Você entrega, cumpre, dá conta. e ainda assim sente que não foi suficiente. Esse ciclo tem nome e tem explicação: é a autocobrança alimentando a ansiedade por dentro.
Neste post, você entende como isso funciona e o que a Terapia Cognitivo-Comportamental faz para quebrar esse padrão.
Na maioria das vezes, isso não tem relação com o que você realmente entrega, tem relação com padrões de pensamento que filtram tudo o que você faz por uma régua impossível de alcançar. Na Terapia Cognitivo-Comportamental, esses padrões são chamados de distorções cognitivas: formas automáticas de pensar que distorcem a realidade e mantêm a ansiedade ativa, mesmo sem um motivo concreto no presente.
Esses padrões não nascem prontos, geralmente foram aprendidos ao longo da vida, muitas vezes como uma forma de tentar garantir aprovação ou evitar decepcionar alguém. O problema é que, com o tempo, eles deixam de proteger e passam a manter a ansiedade e a autocobrança em um ciclo que não tem linha de chegada.
Na prática, a autocobrança costuma aparecer como:
Sim — e essa é justamente a parte prática da TCC: em vez de tentar “se cobrar menos” na força de vontade (o que raramente funciona sozinho), o trabalho terapêutico ajuda a identificar o pensamento automático no momento em que ele aparece, questionar se ele é realmente verdadeiro ou só parece verdadeiro, e construir, aos poucos, uma régua mais justa, com você e com os outros. Não é sobre baixar o nível do que você entrega, é sobre parar de medir o seu valor pela régua impossível que a ansiedade construiu.
Dar o primeiro passo pode ser só uma mensagem.
Fale diretamente comigo e entenda se faz sentido cuidar dessa ansiedade agora,
antes que ela custe mais caro na sua carreira e na sua saúde.
Isabelle Abreu
Psicologia | CRP 06/185633
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